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Publicado por Bleh!
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Seg, 30 de Janeiro de 2012 13:23 |
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Caros leitores do BLEH!, após pular 7 ondinhas, comer muita lentilha, usar branco, tomar muita chuva (choveu quase que no litoral inteiro) e ainda enfrentar o trânsito na volta, o que fica para 2012 além de esperança e boa vontade, são muitas contas. Pois é, eu sei que o assunto é chato, contudo ficaram as prestações do cartão de crédito, as dívidas habituais, o IPTU e o IPVA.
Sobre este último, a dúvida que paira em 90% das pessoas é: vale a pena pagar à vista o IPVA? O desconto para o Estado de São Paulo, que tratarei adiante, é de 3% sobre o valor total. O que pagamos além do IPVA é o DPVAT (seguro obrigatório) e o licenciamento antecipado, caso queiramos. E vale a ressalva de que caso o veículo tenha multas pendentes, será obrigatório o pagamento delas, caso contrário você não conseguirá licenciar o carro, seja antecipado ou no prazo da placa.
Vale lembrar que o licenciamento antecipado é opcional esse optar por ele, acrescente 11,00 reais ao valor da taxa, que é o custo de postagem e que vale a pena! Agora sobre o IPVA, que para quem não sabe, é um imposto calculado sobre o valor venal do carro (aquele que existe na tabela mas que nunca ninguém te paga esse valor na troca por um novo). Sobre esse valor incide uma alíquota de 4%.
Ou seja, um carro de 40.000,00 o imposto devido é 1.600,00, o que eu considero muito dinheiro. Some a isto aproximadamente 100,00 pelo DPVAT e cruze os dedos e reze para que não haja nenhuma multa. Então fazendo uma conta rápida, concluo que pagar à vista, em minha opinião, não vale a pena quando se tem a necessidade de mexer em alguma aplicação e explico:
Uma aplicação de Renda Fixa de baixo risco, o famoso fundo DI, rende ao mês aproximadamente 0,7%. Ao final de 3 meses (período do IPVA) teremos um rendimento de 2,1%. Quando você for resgatar para pagar o IPVA, o Leão te cobra 0,3% de IR sobre esse rendimento, isso se o seu investimento tiver mais 2 anos de vida, senão essa mordida vira 0,5% sobre o valor que rendeu, restando míseros 1,6% de rentabilidade líquida contra um desconto de 3% para pagamento à vista.
Agora se você está com as patacas dormindo na conta e rendendo apenas poupança, como muitos bancos fazem com o saldo da conta corrente, aí meu caro, pague a vista e aproveite essa oportunidade!
Caros leitores do BLEH!, após pular 7 ondinhas, comer muita lentilha, usar branco, tomar muita chuva (choveu quase que no litoral inteiro) e ainda enfrentar o trânsito na volta, o que fica para 2012 além de esperança e boa vontade, são muitas contas. Pois é, eu sei que o assunto é chato, contudo ficaram as prestações do cartão de crédito, as dívidas habituais, o IPTU e o IPVA.
Sobre este último, a dúvida que paira em 90% das pessoas é: vale a pena pagar à vista o IPVA? O desconto para o Estado de São Paulo, que tratarei adiante, é de 3% sobre o valor total. O que pagamos além do IPVA é o DPVAT (seguro obrigatório) e o licenciamento antecipado, caso queiramos. E vale a ressalva de que caso o veículo tenha multas pendentes, será obrigatório o pagamento delas, caso contrário você não conseguirá licenciar o carro, seja antecipado ou no prazo da placa.
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Publicado por Bleh!
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Seg, 26 de Dezembro de 2011 17:35 |
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Eu aqui preparando o meu último texto do ano de 2011, com ares nostálgicos e você aí leitor, pensando por onde começarão suas trocas de natal após ganhar uma “belíssima” camisa pólo listrada de rosa, verde e amarelo ou como trocar um pijama sendo que você nem pijama usa mais. Pois é caro leitor, hoje o tom da conversa é mais astrológico do que exato.
Sim, isso mesmo! Farei previsões? Falarei dos signos? Longe disso, apenas darei dicas de réveillon (nesse momento a leitora mais animada com as previsões suspira e lamenta).
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Publicado por Bleh!
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Seg, 05 de Dezembro de 2011 12:00 |
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Caros leitores do BLEH! Em ritmo de amigo secreto e pensando em como gastar pouco e impressionar seu amigo, eu trago um texto que faz com que façamos uma simples reflexão. E é essa reflexão que faz com que eu evite gastar de forma desnecessária meus recursos. Em suma, faz com que eu não jogue minhas poucas garoupas pela janela! (aos que pensaram o por quê de garoupas, favor olhar com calma para uma nota de 100 reais).
Pois bem, passada a aula de biologia marítima, vamos ao que de fato interessa: o que eu pretendo gastar em um serviço ou em uma compra é realmente necessário? Para um jovem, como a maioria dos leitores do BLEH!, em começo de carreira e com recursos nem sempre disponíveis, faço esse desafio.
E que me prove o contrário se não funcionar! Se você vai comprar um tênis, antes de entrar na loja, se pergunte se aquele calçado é realmente necessário. Será que os outros três que você possuí no armário não bastam? Será que você precisa do amortecedor mega – máster – plus – air – gel – sílica - plus?
Ou ainda vai contratar a internet banda larga e pede o pacote com 50 GB de velocidade por que não quer esperar o vídeo carregar nem por um segundo. Mas você mal para em casa e usa seu computador para acessar o banco, o BLEH!, o Twitter e o Facebook. Faz sentido?
Uma coisa é ter liberdade financeira, que nada mais é que poder consumir o que se deseja sem que isso afete seu principal (o valor investido na data da realização do investimento) ou mesmo comprometa seu fluxo de caixa (todos os pagamentos ao longo do mês). Outra coisa é deixar de fazer um mestrado, uma viagem dos sonhos para ter um tênis legal. E não me diga que com 500,00 o senhor não paga uma parcela do carnê da companhia aérea.
Ou seja, antes da compra reflita. Faz sentido? Preciso mesmo disso? E se me provar o contrário, me escreva que o café é por minha conta.
Abraços,
Léo Dias
Caros leitores do BLEH! Em ritmo de amigo secreto e pensando em como gastar pouco e impressionar seu amigo, eu trago um texto que faz com que façamos uma simples reflexão. E é essa reflexão que faz com que eu evite gastar de forma desnecessária meus recursos. Em suma, faz com que eu não jogue minhas poucas garoupas pela janela! (aos que pensaram o por quê de garoupas, favor olhar com calma para uma nota de 100 reais).
Pois bem, passada a aula de biologia marítima, vamos ao que de fato interessa: o que eu pretendo gastar em um serviço ou em uma compra é realmente necessário? Para um jovem, como a maioria dos leitores do BLEH!, em começo de carreira e com recursos nem sempre disponíveis, faço esse desafio.
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Seg, 24 de Outubro de 2011 12:38 |
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Caro leitor do BLEH!, você deve estar se perguntando como esse humilde colunista pergunta
algo tão óbvio, sendo que aqui em Finanças Y preza-se pelo bom uso das patacas.
Pois bem meus caros, eis que eu digo, afirmo e repito: nem sempre devemos poupar! O leitor
mais gastão agora sorriu de canto de boca e pensou: finalmente, alguém que pensa como eu!
Comentários à parte, o que eu quero levantar aqui é algo que sempre sigo em minha vida, o
equilíbrio. E para um jovem que está ingressando no mercado de trabalho, seja com sua bolsa
de estágio na casa do início dos 4 dígitos, ou seja, você que já começa a trilhar a carreira,
ainda que descobrindo que trabalhar 8, 10 horas nem sempre é rentável, são essas as pessoas
que devem pensar sobre o assunto.
Não faz sentido poupar ganhando um salário de 1.200 reais, haja vista que você precisa se
locomover, comer, se vestir, falar ao telefone (sim, celular virou necessidade em pindorama)
e ainda poder ter algum poder extra de compra, o que é difícil.
O que eu não acho nada saudável é pedir uma pizza no domingo à noite e fica restrito
somente aos 4 sabores promocionais (napolitana, calabresa, baiana ou muçarela).
Ou ainda situação pior, ir ao restaurante muito legal e pedir uma feijoada, que é individual,
para duas pessoas por pura economia. Quando o prato chegar, quem fica com a costelinha
defumada e quem fica com a bisteca? Não tem lógica. Mas aí o leitor pensa: isso você só
escreveu isso porque na teoria funciona. Pensando assim, é preferível mapear os sites de
compras coletivas (hiperlink no post de compras coletivas) e comprar boas pechinchas.
O recado é: poupar sempre, passar vontade e abrir mão de prazeres básicos nunca! Sobre
poupar eu venho dando inúmeras dicas aqui em Finanças Y, contudo não deixemos de
aproveitar essa fase de aprendizados e experiências em troca de algumas patacas.
E boa feijoada!
Léo Dias
Leonardo Dias, ou Léo Dias é um financista da geração Y. Com 29 anos, solteiro e bom vivant,
trabalha com finanças há 7 anos e hoje é o responsável pela área de investimentos de um dos
principais Fundos de Pensão privados do país. Com certificação CPA-20, e cursos pela BM&F
Bovespa, procura sempre se atualizar, seja profissionalmente estudando, seja twittando com
seus amigos e postando amenidades no Facebook.
Contatos:
Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
(NOVO E-MAIL)
twitter.com/leodias
Caro leitor do BLEH!, você deve estar se perguntando como esse humilde colunista pergunta algo tão óbvio, sendo que aqui em Finanças Y preza-se pelo bom uso das patacas.
Pois bem meus caros, eis que eu digo, afirmo e repito: nem sempre devemos poupar! O leitor mais gastão agora sorriu de canto de boca e pensou: finalmente, alguém que pensa como eu!
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Sex, 14 de Outubro de 2011 13:02 |
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Leitores do BLEH!, respondam rápido: quando foi a última vez que vocês assinaram um
cheque? Ou ainda, quando foi a última vez que viram alguém pagar com cheque? Pois bem,
o cheque virou dinheiro antigo, mal visto e que é menos seguro que um cartão de débito ou
crédito.
Mas a pergunta é: ainda vale a pena? E aposto que você lendo essa matéria deve estar se
perguntando: “onde raios foi que eu guardei meu talão?”.
Antes de nossa discussão, entende-se por definição de cheque: cheque é, do ponto de vista
legal, uma ordem de pagamento nominal, ou não, à vista ou à prazo. Como diria minha
saudosa vovó – “trocando em miúdos” é dinheiro de papel, com um recebedor conhecido ou
na ausência dessa informação é de quem carrega o cheque e pode ser à vista ou pré-datado.
Mas o fato é: ninguém usa o cheque. E ao olhar para o meu enquanto escrevo essa matéria, já
lembro bem o porquê de não usar. É um documento que informa seu nome completo, CPF e
RG. Hoje em dia com posse desses dados pode-se fraudar a contratação de serviços, tais como
conseguir uma linha telefônica, uma assinatura de televisão ou mesmo assinar um jornal.
Ainda que desconsideremos isso levando em consideração que quem receberá o cheque
é uma empresa idônea, você corre o risco de haver demora no depósito do cheque. E
independente do valor, imagine que você precisou usar seu dinheiro para uma emergência e
nesse meio tempo seu cheque foi depositado. Está feito o problema, pois ou se usa o cheque
especial ou tem-se o cheque devolvido. E se for reapresentado sem fundos, seu CPF vai para
a berlinda, CCF (Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos), vai para o pau mesmo. E
depois é você quem sai correndo para resolver, fora o custo de juros e taxas.
E o próprio comércio, mediante inúmeras fraudes que já se viu e conhece com cheque,
não gosta de receber cheque e muitas vezes não o aceita. Hoje a lei do consumidor blinda
o estabelecimento a aceitar ou não, havendo uma segunda opção de pagamento. Ou
seja, o cheque é o “patinho-feio” dos pagamentos. O comércio prefere pagar taxas para a
administradora de cartões a tomar um calote com um cheque.
E sendo bem franco com vocês: não há razão para o uso do cheque. Se não for como sinal
ou caução (e aí somente em caso de compra de veículo ou um bem de alto valor para firmar
interesse real no negócio) por que usar o cheque, sendo que há o cartão de débito, que é
pagamento mediante senha eletrônica, ou ainda o cartão de crédito, que parcela sem juros e
também é pagamento mediante senha eletrônica?
Em suma, eu acho que o cheque está para o comércio assim como o celular CDMA está para a
telefonia celular. Vai virar história...
Leitores do BLEH!, respondam rápido: quando foi a última vez que vocês assinaram um cheque? Ou ainda, quando foi a última vez que viram alguém pagar com cheque? Pois bem, o cheque virou dinheiro antigo, mal visto e que é menos seguro que um cartão de débito ou crédito.
Mas a pergunta é: ainda vale a pena? E aposto que você lendo essa matéria deve estar se perguntando: “onde raios foi que eu guardei meu talão?”.
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Qua, 31 de Agosto de 2011 20:35 |
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Quer economizar no celular novo? Buscando um smartphone a preço de banana? Está tudo no BLEH!
Quem nunca quis ter um serviço de qualidade, que atenda 100% seu cliente e por um custo baixo? Pois é, todos querem, mas nem sempre conseguimos. Os prestadores ainda patinam na qualidade dos serviços e os preços, ainda que uma coincidência são todos muito parecidos. E no caso do celular novo, como pagar pouco e ter um aparelho “mega-master-blaster”?
A minha dica é bastante útil utilizo-a há mais de dois anos e é totalmente livre de multa ou encargos. Aí o leitor pensa: conta logo que eu vou ao shopping mais tarde!!! Mas não falou ainda??? Fala logo e não enrola!
Vamos aos fatos: da mesma forma que as operadoras utilizam-se de multas abusivas para “fidelizar” o cliente, e eu prefiro o termo escravizar o cliente já que não há opção, nós utilizamos de um contra ataque muito funcional: a portabilidade!
E trazendo esse recurso em números:
Um cliente que gasta 192 reais por mês, entre dados, voz e SMS, se ele renovar a assinatura com a operadora vigente o desconto no novo aparelho vai de 30,00 a 390,00 reais e tudo depende do seu gasto médio mensal e tempo de casa, além de uma tabela que é atualizada duas vezes por semana e com critérios desconhecidos pela grande maioria.
Agora se esse mesmo cliente for para uma operadora concorrente, ele vai ter até 1.500,00 de desconto, dependendo do aparelho. E isso sem contar com os pacotes que cada uma oferece.
Sem nenhum receio, vamos aos nomes: a vantagem da Vivo são os pacotes de final de semana e o fato de não haver cobrança de excedente de dados. Contudo o serviço é o mais caro por minuto.
A TIM tem uma sacada que eu considero ótima: você não paga de TIM para TIM, e é ilimitado. Mas há a armadilha de ativação de dados (leva quatro dias úteis) e os aparelhos têm o menor subsídio do mercado.
Já na Claro o subsídio para portabilidade é muito alto, equivalente ao da Vivo e tem uma conexão 3G que não oscila, contudo o excedente de dados é caríssimo e o grande erro é mexer nas ROMS originais dos Androids, por exemplo. Que o diga os proprietários dos novos Galaxy SII comprados lá, que vem sem GTalk, dentre outras limitações.
Ou seja, a dica é buscar a operadora que melhor lhe atende, seja porque seu ciclo social tem a mesma operadora, seja por conta do desconto no novo aparelho. E porte a linha MESMO! Não tem problema algum, apenas atente-se ao tempo de carência de plano e...
Alô? Léo? Tenho que ir pessoal! Tchau e até a próxima!
Léo Dias
Leonardo Dias, ou Léo Dias é um financista da geração Y. Com 29 anos, solteiro e bom vivant, trabalha com finanças há 7 anos e hoje é o responsável pela área de investimentos de um dos principais Fundos de Pensão privados do país. Com certificação CPA-20, e cursos pela BM&F Bovespa, procura sempre se atualizar, seja profissionalmente estudando, seja twittando com seus amigos e postando amenidades no Facebook.
Quer economizar no celular novo? Buscando um smartphone a preço de banana? Está tudo no BLEH!
Quem nunca quis ter um serviço de qualidade, que atenda 100% seu cliente e por um custo baixo? Pois é, todos querem, mas nem sempre conseguimos. Os prestadores ainda patinam na qualidade dos serviços e os preços, ainda que uma coincidência são todos muito parecidos. E no caso do celular novo, como pagar pouco e ter um aparelho “mega-master-blaster”?
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Qua, 29 de Junho de 2011 16:45 |
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Quem é que não gosta de um cartão de crédito? O primeiro então é tentador, pois se consegue gastar, até parcelando a compra sem juros e tudo isso sem debitar da conta corrente. Parece mágico, mas é apenas uma linha de crédito cedida pelos bancos. E é claro que, se tratando de bancos, tem juros altos.
Eu mesmo confesso que quebrei com o meu primeiro cartão. Virou uma bola de neve de tal forma que vendi o carro, na época, para quitar a dívida. E foi assim, à duras penas que aprendi como usá-lo. E eis dicas interessantes que divido com vocês, leitores do BLEH!:
Questione se é o momento de ter um cartão de crédito - Somente tenha um se a ideia de ter uma dívida fixa e “rolante” lhe pareça confortável, mais que uma tentação, mas sim como uma ferramenta para auxiliar em seus gastos;
Nunca pague o mínimo – dependendo do percentual do valor que você pagar, os juros exorbitantes do cartão de crédito irão “comer” essa parcela paga e corre-se o risco de perder todo o valor pago;
Jamais deixe de negociar a anuidade – Todo e qualquer cartão, por menor que seja o valor gasto, vê seu cliente como um grande potencial de se endividar e não vão deixar seus clientes simplesmente cortarem o cordão umbilical. E isso vem com jantares e descontos na anuidade, além do upgrade do cartão, que aumenta apenas o limite e vem em uma cor nova;
Limite – Tenha no máximo um limite que seja o dobro de sua renda. Limites astronômicos de nada servem e se houver uma emergência, há opções mais baratas e tão ágeis quanto. E entenda que o ingresso da final do Brasileirão ou a coleção nova de sapatos NÃO são emergências;
Programas de pontos – Use e abuse dos pontos. Procure sempre cartões que ofereçam mais de 1 ponto a cada dólar gasto e de preferência com regras que não permitam que os pontos não expirem. Isso lhe renderá produtos, vantagens e milhas! Já imaginou viajar de graça, pagando somente o hotel? E como já usei posso dizer que funciona bem.
Um abraço, boas compras e até a próxima!
Léo Dias
Leonardo Dias, ou Léo Dias é um financista da geração Y. Com 29 anos, solteiro e bom vivant, trabalha com finanças há 7 anos e hoje é o responsável pela área de investimentos de um dos principais Fundos de Pensão privados do país. Com certificação CPA-20, e cursos pela BM&F Bovespa, procura sempre se atualizar, seja profissionalmente estudando, seja twittando com seus amigos e postando amenidades no Facebook.
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twitter.com/leodias
Quem é que não gosta de um cartão de crédito?
O primeiro então é tentador, pois se consegue gastar, até parcelando a compra sem juros e tudo isso sem debitar da conta corrente. Parece mágico, mas é apenas uma linha de crédito cedida pelos bancos. E é claro que, se tratando de bancos, tem juros altos.
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Publicado por Bleh!
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Sex, 08 de Abril de 2011 09:01 |
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Juntou uma grana pra comprar o seu primeiro carro? Antes de efetuar a tão desejada aquisição, dê uma lida nas dicas do financista Léo Dias, nosso colunista do "Finanças Y". Vale a pena conferir para não passar aperto depois.
Quem gosta de andar de ônibus? Ninguém, creio eu. É cheio, sujo, demorado e ainda por cima muito desconfortável. E nessa hora todo mundo quando está lá, apertado, sofrendo, sendo empurrado por pessoas que carregam nas costas aquelas mochilas gigantescas, nessa hora você pensa: preciso comprar um carro!
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Publicado por Bleh!
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Ter, 15 de Março de 2011 00:33 |
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Leitores do Bleh!, hoje começo aqui um projeto arquitetado entre mim e meu grande amigo Marcel Agarie. A idéia é discutir finanças sem que pareçam finanças. Meio complicado? Nada disso, a idéia é descomplicar. Entrem e fiquem à vontade!
Compras Coletivas compensa de fato?
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