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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

[BLÁ DO BLEH!] O que devo levar em conta na hora de adotar um pet?



No Brasil há mais de 30 milhões de cães e gatos abandonados. Uns vivendo nas ruas e outros em canis, muitos deles vítimas de maus tratos.

Nós sabemos que adotar é um ato de amor, mas é também um ato de responsabilidade, por isso, aqui vão algumas dicas sobre adoção, saúde e cuidados para pet que o Diretor Técnico Veterinário da Health for Pet e a Doutora Pet Paloma Cleante Gonçalves dividem com a gente:

Alimentação e Obesidade - Cães comem em média duas vezes ao dia, e os gatos comem pequenas porções várias vezes ao dia.

Alimente seu Pet pelo menos duas vezes ao dia, na quantidade recomendada do Pet Food indicado pelo fabricante

Seja forte e evite os petiscos. Caso resolva agradar seu bichinho, ofereça petiscos produzidos para Pets.

Não deixe que seu Pet seja ou fique sedentário. Muitas vezes o Pet acompanha o estilo de vida do seu tutor e mal saem de casa. A obesidade traz consigo agravantes como o desenvolvimento de diabetes mellitus, riscos cardíacos, dificuldade respiratória, problemas locomotores, além de aumentarem as chances de riscos em procedimentos cirúrgicos.

Prevenção e Plano de saúde

Idas ao veterinário são fundamentais, não só para vacinação. Você precisa estar preparado financeiramente para as despesas do dia-a-dia e também para emergências que podem ocorrer.

Ter um plano de saúde custa pouco e traz inúmeros benefícios: uma vida com mais saúde, proteção e qualidade, estimulando a prevenção e apoiando a medicina veterinária por meio de equipamentos de última geração, atendimento personalizado e diversos recursos, como: tomógrafos, ressonâncias, tratamentos oncológicos e ortopédicos, UTIs veterinárias, entre outros.

Castração - Algumas pessoas associam o ganho de peso com o procedimento cirúrgico. Muitas vezes os tutores ficam com dó e não castram seu animal. Mas vale saber que a castração não evita apenas filhotes, mas serve também para corrigir problemas de comportamento como, por exemplo, a necessidade de urinar para demarcar território. Diminui o risco de animais desenvolverem tumores e/ou infecções. Ficam mais caseiros, brigam menos, e por conta disso evitam o risco de adquirir doenças infecciosas.

Saudade e Ciúmes - Eles rosnam, choram ou até mesmo se isolam sempre que se sentem trocados por alguém. Quando o assunto é ciúmes, o território, os objetos e até o próprio dono são as preocupações do pet. Para evitar que seu pet tenha esse sentimento, o ideal é relacionar experiências que lhes desagradam com estímulos positivos, como por exemplo, petiscos ou muito carinho e atenção.“Além do ciúme, os pets sentem saudades. É comum o pet perder o interesse por brincadeiras e até o apetite quando sente falta do dono. Por isso, antes de se ausentar por muito tempo, o ideal é preparar seu pet para que ele não sofra. Permita que ele tenha acesso a locais com o cheiro dos moradores da casa e não permita que ele seja "sua sombra" o tempo todo”, afirma a Doutora Pet, a veterinária Paloma Cleante Gonçalves.

Banhos - Gatos normalmente não precisam de banho, já os cães precisam de banho semanalmente ou quinzenalmente.

Uma dica é o banho a seco, que tira a oleosidade dos pelos e da pele do animal. O banho comum, se dado com muita frequência pode até prejudicar a saúde dos pets, visto que a cada banho o cão perde um pouco da camada de gordura que protege seu pelo e com isso fica muito mais exposto às doenças de pele. Mas, atenção, o banho a seco não substituí o banho com água. Ou seja, é de fato uma alternativa para diminuir o consumo de água e preservar a saúde do pet. “O equilíbrio entre o banho comum e o banho a seco são uma ótima alternativa de responsabilidade social com a nossa comunidade, uma forma de amor e cuidado para a saúde de nossos pets, e também uma maneira para equilibrar os custos com banhos em casa ou no petshop”, explica o diretor veterinário da Health For Pet, Dr. Jose Roberto Souza Ribeiro.

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